mas surge a dúvida:
serei feliz na outra?
Não, não há resposta.
Determinarei o teu toque suave,
o contraste dos teus olhos,
o contorno da tua boca,
a temperatura do teu corpo
e a espessura dos teus fios de cabelo.
Canto em teu nome
e chamo-te aqui.
Mais vale ver-te através do pensamento
do que estar frente-a-frente
e não te poder tocar mais uma vez.
Grito de alegria e proclamo este poema!
A infância que já passou
foi uma e não volta não,
embora desejasse
tudo e todos à minha volta,
de tenra idade e de pequeno coração.
Mas não sou mais criança,
essa fase já passou e
a revolta lá ficou.
Pensamentos paralelos,
não adianta uni-los.
Basta um e só um.
Sofia Vieira

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